EVENTOS E PARCERIAS



Em junho 30 dias e 30 poemas aqui!

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sábado, 26 de junho de 2021

26 - 30 DIAS 30 TEXTOS - THE SAME SKY

MESMO CÉU

As pessoas não tem a verdadeira noção de impossibilidade, travam batalhas imaginárias inúteis contra monstros invisíveis que elas mesmas criaram. As pessoas perderam  para a obesidade, quando era só controlar sua alimentação. Sucumbem ao desejo e a traição magoando quem as ama. Trocam a honradez pela luxúria e a corrupção. Se encostam na pasmaceira ao invés de procurar evoluir. Idolatram deuses criados pelo seu próprio ego e os alimenta com os seus desvios de carater e distúrbios mentais. Esquecendo se  que  os verdadeiros monstros não tem nome nem coração. São silêncios,  ardilosos e vivem na escuridão. Tente encarar um câncer aos  dez anos de idade, perder uma perna aos dezessete, a visão aos vinte, um filho aos trinta,  perder o movimento do lado esquerdo do corpo aos trinta e cinco, os pais aos quarenta, a cidadania aos quarenta e cinco, o emprego aos cinquenta e o amor da sua vida aos sessenta. 
Nunca tente derrotar os monstros que você mesmo criou, pois sempre irá perder. Você é o ser mais poderoso do universo, é impossível  derrotar a si mesmo de forma justa. Mas a vida não é justa, ela é a vida e pronto! A vida  é  um lutador de sumô com a força do Hulk e  a velocidade do Flash. A vida é para ser vivida, não entendida ou explicada. A vida é para ser comida como se come uma manga madura, se lambuzar todo e ficar  todo melado de vida. sorver como um sorvete de morango antes que ele  derreta. Sem frescura ou nojo. Sempre vide a bula da vida. A vida estraga, apodrece, se não for  usada de forma correta ou se Passar do prazo de validade.  Não importa onde estejás nesse mundo, sua origem, seu credo ou crença, suas posses ou deficiência, seus problemas ou desafios. Sempre saiba determinar quais deles são reais e quais são criações da sua propria mente. Depois determine seu grau de dificuldade e periculosidade. Sabendo que ninguém pode lutar suas batalhas. Parta para dentro das dificuldades da vida com vontade, vá com tudo, com a cara e a coragem e que vença o melhor e o melhor deve sempre ser você. As pessoas são diferentes, as histórias são únicas, o caminho é de cada um, mas o céu, esse não muda, o céu é sempre o mesmo..

Valdemir Costa

quinta-feira, 24 de junho de 2021

24 - 30 DIAS 30 TEXTOS - Descanse em Paz

Rest in Peace


Traga agora a água seca na boca do povo cego.
Que o sol já vai nascendo e mesmo com medo vamos vivendo.
Nessa vida nada é de graça, nem o pão, nem a cachaça. E o paco desconto é o pagamento do palhaço triste e sem graça.
O preconceito não me mata, nem me fortalece,  só me entristece, porquê forte eu sempre fui desde criança.

As ações dos intolerantes racistas e medianos, são  como os insetos que batem no parabrisas do meu carro, durante a  jornada para alcançar meus  objetivos . Morrem, e ao morrerem, não mudam o meu sentindo, nem o ritmo ritmo da minha evolução.

O voo  poderoso do carcará brasileiro tem muito mais a ver comigo, que o presunçoso  voo da águia americana. O malandro de biboca é meu companheiro, negro sorrateiro, soldado de uma guera não declarada entre a inteligência e a intolerância.

Nada que me tira o sono pode ser abatido por armas humanas, tenho o super poder de viajar entre a humanidade na velocidade de subluz. E a habilidade ninja de parecer inofensivo para aqueles que me subestimam.

Espero que no meu funeral compareçam dois tipos de pessoa: aquelas que acreditavam na minha imortalidade, e aquelas que duvidavam da minha vunerabilidade. Provavelmente assim, serei eterno na lembrança daqueles que me amavam, a eterna presença na escuridão para todos que me odiavam e um fator de referência para aqueles que respeitavam. Amém!

Valdemir Costa

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

TEORIA DO AMOR E A PRÁTICA

O ATO DE AMAR E SUAS IMPLICAÇÕES NA INTERAÇÃO ENTRE AS PESSOAS

Os teóricos do querem quantificar o  amor
Qualificar o ato de amar ao próximo
Classificar as sensações inerentes ao ato de está apaixonado
O amor não tem medida
O amor não é comida
O amor é uma bebida forte
Para se tomar em um gole só
Misturada com sal e limão
Amar não é fácil nem simples
Amar é muito complicado
Amar não tem regras
O amor é uma doença maligna
Amar  pode curar qualquer ferida
Amar não tem mapas
Ou caminhos seguros
Amar é um salto no escuro
Não existe submissão no amor
Amar é um ato de entrega
Amar não tem seguro
Quando se perde um amor
Perdesse tudo
O amor é único
Amar é o ato de dividi-lo
O amor não escraviza
O amor liberta
Quem nunca amou na vida
É um cego por opção
O amor não alimenta
Amar engorda
O amor é uma droga
Amar não é  politicamente correto
Amar alguém de verdade é ilícito
Amar alguém como te amo
Em algum lugar do deve ser proibido
Amar não tem idade
O amor não vem com manual de fábrica
Amar é um ato solitário
Todo amor é solidário
Amar é um ato egoísta
O Amor  não da espaço para a dúvida
Ninguém precisa aprender a amar
Quem ama é autodidata
O amor não precisa ser explicado
O amor é para ser sentido
Amar não pode ser definido
O amor não toma partido
Amar é vicio invisível
O amor é aquilo que não vemos, não tocamos nem conseguimos explica
Amar é não ter que explica  nada, só sentir e pronto.


Valdemir Costa 

sábado, 13 de fevereiro de 2016

MEU ESTILO DEAD POOL DE SER




Sem frescuras


Sou de verdade!
Não sou bonzinho;
Não sou bonitinho;
Tenho meus espinhos;
Ronco a noite;
Suo quando me exercito;

Falo coisas diferentes e estranhas;
O melhor de mim é exatamente aquilo que ninguém conhece.
Meu dia é longo;
Minha noite é curta; 
Sou um descarado contumaz ...
Como tudo que quero!

Como gordura;
Como glúten;
Tenho colesterol;
Pressão alta;
Minha opinião é uma viagem à uma estrela distante:
Sei de onde parti, mas não sei onde irei chegar.

Falo alto, e, as vezes, baixo demais;
Não gosto de chuva;
Não gosto de praia;
Ouço todos os ritmos de músicas;
Meu amor é único;
Minha vida é esta que estou vivendo.

Meu futuro vou fazendo na hora;
Aproveito meu dia;
Não tenho pressa;
Sou aquilo que você seria se tivesse culhões
Tenho medo de altura, aranhas e  de eu mesmo;
Faço caretas e canto no chuveiro.

Não gosto de mentiras;
Não gosto de pessoas mentirosas;
Não respeito leis idiotas; 
Não mato quem não pode se defender;
Sou do tempo que se falava  ecologista;
Vivo pela verdade é sei que um dia morrerei por ela.

Morrerei um dia...
Sou de carne e osso!
Mas estou destinado ao infinito universo quântico!

Nunca fiquei bêbado na vida;
Nunca perdi a consciência ou fui hipnotizado;
Tenho o lado esquerdo diferente do direito;
Faço poemas, sou poeta, mas não sou escritor;
O que quero pertence ao etéreo;
Não deixo que ciganas leiam as minha mãos;
Ninguém deveria saber o que eu sei.

Sou feito da mesma substância que foram feitos meus heróis...
Substância que criam e destroem mártires;
Não quero reconhecimento ou fama; 
Espero apenas sobreviver mais um dia;
Estou contido no mundo, mas não pertenço a ele.

Sou maior que consigo externar e menor do que a pequenez insignificante do Big Ben;
Sou feito de ódio, fogo e fúria; 
Temperado com açúcar, amor e carmim; 
Não quero ser entendido e não espero entender ninguém;
Estou presente tanto na dúvida quanto na certeza; 
Não sou perfeito, nem quero ser!




Não sou educado e falo palavrão;
Não tenho medo do escuro, nem da escuridão;
Não tenho medo do mal, eu sou o mal!
Luto todos os dias contra uma compulsão de destruir tudo;
Sou um leão entre os vermes;
Sou um diamante encontrado na lama e um lobo entre os cordeiros.

Não tenho predileção por nenhum ser humano em especial; 
A humanidade é algo defeituoso e ao mesmo tempo extraordinário;
Já senti pena, amor e cobiça;
Hoje não sinto dor, remorso ou culpa;
Na verdade...
Hoje não sinto mais nada.

                                                 

                                                                                           Valdemar Costa

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

MONÓLOGO DE NATAL





Monólogo do Natal 
 
                                                                                 Aldemar Paiva

Eu não gosto de você, Papai Noel!
Também não gosto desse seu papel
de vender ilusões à burguesia.
Se os garotos humildes da cidade
soubessem do seu ódio à humildade, 

jogavam pedra nessa fantasia. 

Você talvez nem se recorde mais.
Cresci depressa, me tornei rapaz, 

sem esquecer, no entanto, o que passou.
Fiz-lhe um bilhete, pedindo um presente 

e a noite inteira eu esperei, contente.
Chegou o sol e você não chegou. 


Dias depois, meu pobre pai, cansado, 
trouxe um trenzinho feio, empoeirado, 
que me entregou com certa excitação.
Fechou os olhos e balbuciou: 

“É pra você, Papai Noel mandou”.
E se esquivou, contendo a emoção. 


Alegre e inocente nesse caso, 
eu pensei que meu bilhete com atraso, 
chegara às suas mãos, no fim do mês.
Limpei o trem, dei corda, 

ele partiu dando muitas voltas,
meu pai me sorriu e me abraçou pela última vez. 


O resto eu só pude compreender quando cresci
e comecei a ver todas as coisas com realidade.
Meu pai chegou um dia e disse, a seco: 

“Onde é que está aquele seu brinquedo?
Eu vou trocar por outro, na cidade”. 


Dei-lhe o trenzinho, quase a soluçar
como quem não quer abandonar 
um mimo que nos deu, quem nos quer bem, 
disse medroso: “O senhor vai trocar ele?
Eu não quero outro brinquedo, eu quero aquele.
E por favor, não vá levar meu trem”. 


Meu pai calou-se e pelo rosto veio descendo um pranto que, eu ainda creio,
tanto e tão santo, só Jesus chorou!
Bateu a porta com muito ruído, mamãe gritou

ele não deu ouvidos, saiu correndo e nunca mais voltou. 

Você, Papai Noel, me transformou num homem que a infância arruinou, sem pai e sem brinquedos.
Afinal, dos seus presentes, não há um que sobre
para a riqueza do menino pobre
que sonha o ano inteiro com o Natal.

Meu pobre pai doente, mal vestido, 

para não me ver assim desiludido, 
comprou por qualquer preço uma ilusão,
num gesto nobre, humano e decisivo, 
foi longe pra trazer-me um lenitivo, 
roubando o trem do filho do patrão. 

Pensei que viajara,
no entanto 
depois de grande,
minha mãe, em prantos,
contou-me que fôra preso
e como réu, ninguém a absolvê-lo se atrevia.
Foi definhando, até que Deus, um dia, 

entrou na cela e o libertou pro céu.




 
 Origem.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias-de-natal/4053635

sábado, 23 de agosto de 2014

EXPLICANDO O POEMA - EPIDEMIAS




Caros amigos da comunidade poética da internet, quem me conhece bem,  sabe que não acredito que um poema deve ser apresentado, introduzido ou explicado. Mas aconteceu um fato que merece ser ressaltado. Ao postar o Poema de minha Lavrar “EPIDEMIAS”  um amigo defensor das causas dos negros me chamou a atenção, me deu um esporro! vindo dele, pessoa que respeito muito me fez pensar. Então  resolvi explica o poema supracitado:
 Epidemias

Sinto uma aura negra pairar sobre o mundo
Tentei expurgar todo esse cancro com a Poesia
Mas a escuridão da alma humana não cabe no poema
Como pode um ser tão altivo e imponente ter uma alma tão pequena
Deixo a poesia se encarregar dos seus restos mortais
Eu poeta macho da espécie dos poetis autrofitos popilaris
Só tento viver um dia de cada vez 
Libertando minha mente do inconsciente cativeiro
O meu corpo das vorazes garras da morte
Não posso e nem quero escolher,  enfrentarei o que vier primeiro.


Me desculpem todos os ativistas, mas minha poesia não está sujeita a nenhum movimento ou motivação, Eu sim! Na verdade o negro citado no poema faz referência  a cor, não a raça, porém sou contumaz e categórico quando digo que meu poema não toma partido de nada nem de ninguém, na verdade meu poema quer que o mundo se exploda. Meu poema não liga nem para mim. Ao contrário eu sou ativista cultural, defensor dos direitos humanos, promotor da igualdade racial, etc. A aura citada no poema é negativa sim   mas na minha mente têm essas matizes de cores, tipo: o vermelho Russo  com sua autoridade e o negro da Ucrânia com o seu poder, o azul e branco do estados unidos com sua riqueza e o preto da África com sua pobreza. Resumindo o poema fala das cores das situações e dos tons das atitudes. Mas em hipótese alguma existe depreciação no meu poema, na verdade a depreciação está nas pessoas que deixam um texto influenciar sua psique de determinar suas atitudes. O poema faz uma referência  cor ensossa do Presidente Barack Obama ao fechar os olhos, enquanto armas americanas mancham de vermelho o solo sagrado com o sangue do povo Palestino.   A face rosada o povo rico europeu, que só agora acorda para realidade do povo negro Africano, esse sim, é corretamente chamado de negro, pois etnicamente falando só existe negro na África. Depois de anos sustentando o mundo com suas inúmeras riquezas. A África cobra sua parte, começou com a AIDS, agora o EBOLA. Seus eletrônicos, seus alimentos caros e suas jóias. Todos dependes de matérias primas oriundas do continente africano. E o pagamento do resto mundo pelo conforto e ostentação que ele disponibiliza, são 800 anos de exploração e abandono. Não sei porque, mas toda vez que ouço falar do conflito na Ucrânia me lembro de uma situação recente onde um franco atirador matava pessoas em plena luz do dia numa praça da Bósnia e a televisão transmitia essas imagens como se isso fosse um espetáculo circense. Essas situações marcham o vermelho do nem sempre justo, mas sempre coerente governo socialista Russo. Não sei se todos que leram o poema refletiram sobre essas situações e atitudes, mas com certeza essas cores e tons não merece estar no meu poema.





                                                                                                                 
                                                                                                                                                                                                                                                                       Valdemir Costa PP      

                    

domingo, 29 de junho de 2014

COCA LIGHT E ENERGÉTICO





COCA LIGHT E ENERGÉTICO


Sabe! Eu nunca encarei nada na vida, eu nunca tive a minha *NORMANDIA, a minha Hiroshima ou a minha Chernobyl. Nunca tive que realmente me jogar do penhasco. Levava uma vida mais ou menos e sem nenhuma pretensão. Nunca tive que encarar o carrasco ou o singular gosto da derrota. Fatos facilmente explicáveis por uma rápida olhada nas  estatísticas. A verdade é que nunca me arrisquei, nunca fui ousado. Nunca marquei um gol no maracanã, mas também nunca perdi um penalty. Nunca sofri um acidente de avião, mas também nunca voei. 







Nunca sofri por amor, mas também nunca me apaixonei. Sempre apertei o gatilho da roleta russa da vida, mas os revolveres estavam  sempre sem  balas. Arriscar nunca foi o meu forte e   forte eu nunca fui como me  arriscaria. Colocar a vida,  que é o seu bem mais precioso em risco não é só um ato de coragem e algo libertador  de força colossal e irrevogável. Quem encara o ceifador de almas de frente nunca  mais será o mesmo. Nunca mais comungará do alento revigorante da viciante ignorância dos fatos.  
Só um ato involuntário como o depreendimento de tudo que lhe é de certa forma importante e te norteia como a linha que define o que é certo ou errado, bom ou mal e dor ou alívio pode  tornar um ser capaz de criar seu próprio destino.         
                                                         
A criação é destinada aos que não tem nada e nessa condição fazem a sua alquimia. Transformando a matéria, sentimentos e sentidos. Mesmo aqueles que como eu são afetados pela contemplação caótica involuntária da vida o prêmio dos que observam os acontecimentos  ao seu redor e impassíveis ficam à agraciar o conforto das coisas certas e o inevitável aroma da calmaria, são afetados pelo odor característico da deterioração das certezas causada pela ação avassaladora dos tempo matador de tudo que antes era verdade e certeza.  
 O TEMPO                                                                      
Eles sabem sabem que o silêncio no olho do furacão é apenas um temporário alento, um  pseudo balsamo de alegria antes da destruição poética e incontrolável do furação. A estática calmaria do núcleo atômico sustenta a impossibilidade inerente de se calcular a posição ou velocidade do elétron*. 
Se é impossível voltar ao começo com o tempo que temos e é também virtualmente  impossível chegar ao fim vivo. vamos fazer uma revolução silenciosa nas camadas mais profundas da nossa alma. Assassinar os nossos mais secretos medos.  Violentar aquelas vontades que ficam intrínsecas nas frases de consolo. Mudar o mundo, as mentalidade humana, o senso comum, detonar com enebriante sabor da vitória dos que nunca lutaram. 
Disseminemos nos guetos das nossas cercanias mentas a frustração alucinante do sorriso triste do palhaço sem circo, a solidão agonizante de ser politico  honesto e o pagamento inglório transcrito na lapide de quem deveria só servir e proteger, mas nasceu para ser herói.                Vamos nos embriaga de analgésicos antidepressivos com a validade vencida em frente  a uma praia enquanto assistimos ao pretensioso pôr do sol e terminar o dia  tomando um fabuloso porre de Coca Light e energético.


                                                                                                    Valdemir Costa.



*NORMANDIA 
   Batalha da Normandia, cujo nome de código era Operação Overlord, foi a invasão das forças dos Estados Unidos,Reino UnidoFrança Livre e aliados na França ocupada pelos alemães na Segunda Guerra Mundial em 1944. Foi uma decisão política para manter a liberdade na Europa, ocorrida depois da derrota alemã para o Exército Vermelho, na famosaBatalha de Stalingrado. Setenta anos mais tarde, a invasão da Normandia continua sendo a maior invasão marítima da história, com quase três milhões de soldados a terem cruzado o Canal da Mancha, partindo de vários portos e campos de aviação na Inglaterra, com destino à Normandia, na França ocupada.

https://www.youtube.com/watch?v=apzVjeooOPg

*POSIÇÃO DO ELÉTRON 

O princípio da incerteza de Heisenberg consiste num enunciado da mecânica quântica, formulado inicialmente em 1927 por Werner Heisenberg, impondo restrições à precisão com que se podem efetuar medidas simultâneas de uma classe de pares de observáveis.

Pode-se exprimir o princípio da incerteza nos seguintes termos:

O produto da incerteza associada ao valor de uma coordenada xi e a incerteza associada ao seu correspondente momento linear pi não pode ser inferior, em grandeza, à constante de Planck normalizada.

Em termos matemáticos, exprime-se assim:


onde é a Constante de Planck (h) dividida por 2π.

https://www.youtube.com/watch?v=DkGSYKL12c0