EVENTOS E PARCERIAS



Em junho 30 dias e 30 poemas aqui!

Mostrando postagens com marcador pele. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pele. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de agosto de 2013

POEMA NO ESCURO



SEM MALÍCIA

As vezes o que tínhamos como certo em nossa vida o tempo prova ser um mero equivoco alicerçado na areia.


 E a dúvida parceira do incomum se mostra ser a mais sensata escolha.   


Valdemir Costa






sexta-feira, 24 de agosto de 2012

POEMA - A VERDADE A QUEIMA ROUPA - VALDEMIR COSTA


A verdade a queima roupa

Sinto meu coração doer
Uma dor rara, como deve ser
Dores que afetam o nosso viver
Apertado o peito sem saber
Mostra o que teimosamente
Os olhos e boca tentam esconder
Sinto a cada dia esvair minhas forças
Conto o tempo que conseguirei  resistir
Sou pedra pome no vulcão
Aço no cabo esticado com a tensão
Pareço forte, mas não...
Sou homem e como qualquer outro
Quero ser simplesmente amado
Acarinhado pelas mãos da ventania
Envolvido pelos braços da tempestade
Sou erva daninha, mas ainda sou planta
Sou fogo devastador, mas ainda sou energia
Sou inverno frio, como a noite mais escura
Sou sabor de fel na boca e na pele  arnica
Sou vontade, que cansou de esperar
Agora quero ser saudade.
                                                               Valdemir Costa 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Poema - Pele


                                                                                                                                                                             
                                                                      PELE

o dia tem uma invenção usada na premissa
seguir reto indo fundo na superfície da gente
sua mente expele o pus quente de dentro
 a massa carcinogênica da mesmice sistémica
um cancro ou furúnculo exposto na pele
carne podre mau cheirosa da vida cor de rosa
Resíduo experimental de vontades e medos
fruto resultante da consumação carnal 
Entre um coração partido 
e uma mente perigosa .


Valdemir Costa