EVENTOS E PARCERIAS



Em junho 30 dias e 30 poemas aqui!

Mostrando postagens com marcador dor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dor. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de maio de 2013

Quer se Casar Comigo?

Quer se Casar Comigo?

Não percebemos o que temos ao nosso redor
Esses momentos comuns são os mais Importantes  na vida
A coisa que mais queria hoje no mundo
É andar de mãos dadas na rua sem pressa de soltar
Chegar em casa e encontrar a mesma pessoa me esperando
Falar  por horas sobre coisas sem importância
Gravar uma coletânea de musicas que lembrem momentos bons
Jantar a luz de velas ouvindo o Mestre Marvin Gaye

Ligar e receber telefonemas  a toda hora sem me importar
Dormir agarradinho e mesmo querendo não fazer sexo
Reconhecer o cheiro de quem se ama numa rua movimentada
Sentar no sofá para assistir o mesmo filme pela quinta vez
Abrir os olhos e a primeira coisa vista ser  seu rosto
Completar as frases mais inusitadas ditas por impulso
Saber o que o outro está pensando e querendo
Ter vontade de estar o tempo todo com alguém

Entender seus defeitos e ser compreendido em minhas falhas
Preferir ficar na calmaria a fugir na tempestade
Saltar no escuro sem medo de ser feliz
Ter vontade de Fazer aquela  esperada pergunta
A pergunta mais importante na vida de qualquer pessoa
E nem se importar com qual será a resposta
Pois se a pessoa mereceu a  pergunta
Com certeza já valeu a pena.
                                                                            



Valdemir Costa .

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

POEMA - A VERDADE A QUEIMA ROUPA - VALDEMIR COSTA


A verdade a queima roupa

Sinto meu coração doer
Uma dor rara, como deve ser
Dores que afetam o nosso viver
Apertado o peito sem saber
Mostra o que teimosamente
Os olhos e boca tentam esconder
Sinto a cada dia esvair minhas forças
Conto o tempo que conseguirei  resistir
Sou pedra pome no vulcão
Aço no cabo esticado com a tensão
Pareço forte, mas não...
Sou homem e como qualquer outro
Quero ser simplesmente amado
Acarinhado pelas mãos da ventania
Envolvido pelos braços da tempestade
Sou erva daninha, mas ainda sou planta
Sou fogo devastador, mas ainda sou energia
Sou inverno frio, como a noite mais escura
Sou sabor de fel na boca e na pele  arnica
Sou vontade, que cansou de esperar
Agora quero ser saudade.
                                                               Valdemir Costa